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domingo, 12 de julho de 2015

Ponto final

Tudo tem um fim. Hoje, é dia do blog dar adeus!
Salve a todos os queridos leitores.

E foram tantos nestas 1358 postagens que meu blog teve desde 2007 até hoje... mas um dia tudo tem fim. E o Blog do Roli chega ao fim hoje.

Nos últimos meses, a correria do dia-a-dia me tirou completamente a motivação de continuar escrevendo. Por isso, para não deixar o blog mais abandonado do que já está, decidi que não mais escreverei nele.

Por enquanto vou deixa-lo ativo, principalmente por causa do Bandeirada, que será postado, daqui pra frente, somente na fanpage oficial.

A todos que dedicaram alguns minutos de suas vidas apreciando meu humilde trabalho, agradeço de coração. Não tenho como retribuir o apoio e o incentivo.

Mas, como dizia Maria Creusa, "A felicidade é como a pluma... Que o vento vai levando pelo ar... Voa tão leve... Mas tem a vida breve... Precisa que haja vento sem parar".

Continuo na Rádio Show do Esporte da mesma forma. Mas, hoje, o blog se encerra.

Obrigado a todos.

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Enfim, o tri

Abby Wambach ergue a taça: pela terceira vez, as americanas estão no
topo do mundo! (foto: fifa.com)
Demorei, mas não posso deixar em branco.

Teve fim, no sábado, mais uma edição da Copa do Mundo de Futebol Feminino.

Disputado no Canadá, o campeonato foi o primeiro que contou com 24 seleções. Isso serviu para termos algumas estreias já esperadas, como a da Espanha.

A Copa começou, lamentavelmente, com um fato desagradável. Os jogos foram disputados em gramado artificial, o que fez perdurar uma disputa que chegou até mesmo às vias judiciais. No final, como esperado, todo mundo concordou em jogar. Durante as partidas, vários foram os lances que deixaram claro: em grama natural não ocorreria.

Bom, falemos das partidas.

Ao contrário de 2011, onde tivemos uma Copa marcada pela falta de gols, a edição de 2015 terminou com um expressivo número de 2,81 gols por partida (a Copa do Mundo masculina, em 2014, teve média de 2,67). Foram 146 gols em 52 partidas. Tudo bem, tivemos algumas goleadas bem marcantes, mas isso é que dá o tom à modalidade: a Copa passada, na Alemanha, foi a única em que nenhuma partida terminou com mais de seis gols.

Este ano, Alemanha e Suíça colaboraram com, respectivamente, um 10 a 0 e um 10 a 1. Costa do Marfim e Equador pagaram o pato de entrarem na lista das maiores goleadas da história da competição.

Aliás, na primeira fase, nenhuma grande surpresa, exceto pela eliminação precoce das espanholas, que caíram no grupo das brasileiras e terminaram na lanterna. Todas as campeãs do mundo avançaram: Alemanha, Estados Unidos, Japão e Noruega. As três seleções que já foram vices; Brasil, Suécia e China, também seguiram adiante.

Nas oitavas de final, o nosso atraso em relação ao restante do mundo ficou evidente. Só que tem uma diferença enorme entre a equipe que deu vexame no Chile e a que foi eliminada diante da Austrália, sofrendo apenas um gol: na equipe feminina faltam peças de reposição, fruto do descaso da CBF e suas federações. Some-se a isso a falta de vontade dos clubes, que mandam seus jogos em verdadeiros pulgueiros, que afugentam qualquer possibilidade do torcedor incentivar as equipes in loco. Daí a ausência de destaque no sub-17 e sub-20.

Marta e companhia terão, na teoria, a última chance de conquistar um título pelo Brasil em 2016, nas Olimpíadas.

Outra grande surpresa foi a eliminação precoce da Noruega, campeã mundial em 1995 e a única, além dos Estados Unidos, a ter um ouro olímpico. O placar de 2 a 1, tratado inicialmente como zebra, mostrou uma seleção inglesa azeitada e que, por frescuras de egos, não poderá disputar as Olimpíadas - não existe Inglaterra para o COI.

Nas quartas, a Alemanha, que havia despachado a Suécia - da técnica bicampeã olímpica, Pia Sundhage - penou pra tirar a França. A campeã de 2003 e 2007 teria as americanas pela frente nas semifinais, enquanto do outro lado o Japão passou na conta do chá por Holanda e Austrália. E mantinha vivo o sonho do segundo titulo.

Nas semifinais, os Estados Unidos jogaram da forma que quiseram frente as saxônicas e carimbaram passaporte para a grande final. De novo contra as japonesas, que venceram na bacia das almas, graças a um gol contra aos 46 do segundo tempo.

A final da Copa de 2011 e das Olimpíadas de 2012 se repetiria. E aí as americanas mostraram ao mundo porque são o exemplo a ser seguido. Um 5 a 2 acachapante, com o time abrindo 4 a 0 antes dos 25 minutos de jogo. Um dos gols, o quarto, feito por Carli Lloyd do meio de campo. Lloyd, junto com Celia Sasic, da Alemanha, terminaram como as artilheiras da competição.

E com o tricampeonato, os Estados Unidos se livraram da "amarração" da geração de 1999, quando Mia Hamm e companhia levaram o título sobre a China. Talvez um grande presente para Abby Wambach, a grande capitã. Aos 35 anos, sem fôlego para aguentar um jogo todo - mas extremamente importante para a equipe e para o futebol feminino, a camisa 20 recebeu a braçadeira de presente na final, ergueu a taça, tratou os dirigentes da FIFA com desdém e, diante de todas as câmeras do mundo, não se limitou na "vergonha" e tascou um beijo em sua namorada.

Um basta no preconceito duplo: de gênero e da modalidade.

Aos que ainda teimam que o futebol feminino não dá público, quero avisa-los que tivemos, na partida entre Canadá x Inglaterra, pelas quartas-de-final, um público de mais de 54 mil pessoas. Isso é "só" o recorde em um evento esportivo no país. A hashtag #fifawwc esteve nos trending topics durante vários dias, incluindo a finalíssima. Foram apenas 110 cartões amarelos, uma média de 2,1 cartões por jogo. E apenas três cartões vermelhos!!

No mundial "ô... ê... aaahhh...", disputado aqui, a média de cartões amarelos foi de 2,92. E tivemos 10 expulsões.

E a média de público quebrou todos os recordes: um total de 1.353.506 (média de 26,029 por jogo) testemunharam uma Copa do Mundo que martela de vez a necessidade das federações se dedicarem à modalidade.

Elas já mostraram do que são capazes. Dentro de campo!

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Bandeirada - Episódio 114

Queridos ouvintes da Rádio Show do Esporte e leitores (será que ainda existem?) do blog, eis aqui mais um programa!

Como precisei me ausentar ontem, quem apresentou e colocou o programa no ar (com toda a sonoplastia, inclusive) foi o Erick Von Draxeler. Aliás, ele mandou super bem, ao lado de Vinícius Afonso e do nosso convidado, Wellington Leal Jr.

Em pauta, o GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1 e - finalmente, usamos a trilha! - o Mundial de Rali. Mas teve muito mais!

O "Pilotos da História" foi uma indicação do nosso ouvinte Ricardo Kakazu: Yojiro Terada, o terceiro piloto que mais participou das 24 Horas de Le Mans! O "Momentos Clássicos", como sempre acontece quando recebemos convidados, é ele quem conta uma história pessoal marcante.

Quer ouvir? Logue no 4shared e dê PLAY abaixo! Ou faça o download aqui ou aqui!!



E, como sempre, deixem seus comentários! Eles são muito importantes, sim!

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

A limpo, de novo

Bom, queridos leitores, nem vou pedir desculpas de novo pela escassez de postagens. Simplesmente farei um resumo de algumas coisas.

E já sei que vai ficar uma porcaria, mas é o que tem pra hoje:

1- Mais uma vez Estados Unidos x Japão farão a final da Copa do Mundo de Futebol Feminino. Elas se enfrentaram na decisão da Copa de 2011 e das Olimpíadas de 2012. Não há como duvidar que são as melhores do mundo.

2- Enquanto as americanas dominaram de cabo a rabo o jogo diante da Alemanha, nas semifinais, as nipônicas só se classificaram graças a um gol contra nos acréscimos. Aliás, que arbitragem horrível.

3- Das eliminadas, as palmas ficam para Brasil e Canadá. As donas da casa levam o mérito de levarem multidões aos estádios, mostrando que a modalidade tem sim, público, diferente do que pregam alguns retardados por aí. A nossa seleção? Bom, caímos fora da Copa com somente um gol tomado. O problema que enfrentamos é não ter peças de reposição. Isso tudo se resolveria com uma estrutura nacional sólida. Né, CBF?

4- Já para a eliminação da Copa América, não há o que falar. Geração fraca - e que se acha a última Coca-Cola de três litros da padaria -, um técnico que foi colocado apenas para confrontar a Globo (não julgarei seu critério técnico) e uma confederação mais preocupada em acobertar toda a corrupção do que investir, de fato, no futebol nacional. O resultado não podia ser outro. Pelo menos escapamos, provavelmente, de tomar uma sova histórica da Argentina nas semifinais.

5- Argentina que, por sinal, lutará contra o Chile na grande final. Os albicelestes enfrentam, na categoria principal do futebol, um jejum de 22 anos sem um mísero caneco. E o que dizer dos donos da casa, que nunca levantaram um título?? Vai sair faísca em Santiago.

6- A Fórmula Indy já estuda a possibilidade de aumentar o calendário para até 20 etapas em 2016. Volto a perguntar: por que não buscar parcerias para voltar a correr em algumas das pistas clássicas, como Cleveland, Elkhart Lake e Vancouver, por exemplo? Boatos dão conta de que Laguna Seca retornará. Se isso se confirmar, ótimo.

7- Enquanto isso, na Fórmula E, só alegria. Título para Nelsinho Piquet e dirigentes em êxtase com o sucesso da primeira temporada. Que sigam focando apenas em brigas dentro da pista, porque, sim, a categoria dos carros elétricos veio pra ficar! e que, pelamordedeus, arrumem uma pista melhor para Moscou e Londres, porque são duas porcarias!!

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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Bandeirada - Episódio 113

Bandeirada na área!

Depois de alguns problemas na semana passada, quando problemas técnicos nos afetaram, o melhor programa esportivo das webrádios está de volta, com a qualidade que você merece.

Em pauta, muita corrida boa (o que sempre causa frisson em nossos comentaristas, que falam mais que a boca). Tivemos a participação de Daniel Gimenes que, juntamente com Erick Von Draxeler e Vinícius Afonso, debateram o título de Nelsinho Piquet na Fórmula E. Aliás, haja polêmica sobre isso.

Também falamos da bela e perigosa prova da Fórmula Indy em Fontana, do show de Valentino Rossi na MotoGP em Assen e muito mais.

Devido ao excesso de comentários, não tivemos o "Pilotos da História". No "Momentos Clássicos", mais um ouvinte que manda uma boa história do mundo do esporte a motor. Mas desta vez, o "ouvinte" é um dos melhores apresentadores do Brasil: Willian Leite! Atualmente na Record Litoral, apresentando o Balanço Geral, ele falou dos tempos de infância de um certo Ayrton Senna.

Para ouvir? Baixem aqui ou aqui. Ou, se preferir, loguem no 4shared e deem PLAY abaixo!



No final do programa eu citei que sortearemos dois livros. Um deles é segredo e fará parte de uma outra promoção. O outro, que será sorteado em breve, é o "Manual dos Locutores Esportivos", escrito por Carlos Fernando Schinner, um dos mais ecléticos narradores esportivos do país.

Ainda divulgaremos nos programas como faremos isso. Mas, muito provavelmente, faremos perguntas que serão respondidas aqui nos comentários. Mas já adiantamos: para isso vocês têm que seguir a fanpage do nosso programa.

Então não percam tempo. Curtam!!

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Feiura e mau gosto extremo - exceção

Terceiro uniforme do Liverpool para a temporada 2015-2016: que diferença!
Outra exceção.

Até porque, convenhamos, até que a Warrior estava começando a se ajeitar no Liverpool. Aliás, o time inglês era o único que tinha a "regalia" de manter seu primeiro uniforme inalterado: todo em vermelho.

No Porto, a empresa americana fez uma pequena mudança nas listras azuis e brancas, que não afetou em nada - pelo contrário, ficou muito bonito. No Sevilla, a besteira com a camisa principal foi tamanha que os torcedores fizeram protesto formal para a saída da marca.

Bom, voltando à terra dos Beatles. O maior problema com a Warrior eram os segundos e terceiros uniformes, totalmente bizarros. Daí, com a marca consolidada na Europa (a publicidade e o retorno foram absurdamente gigantes), a New Balance, que é dona da Warrior, resolveu que, a partir de agora, vai estampar sua marca nos uniformes.

E não é que a qualidade das vestimentas reservas melhorou notadamente?? Esse terceiro uniforme é lindo demais!!

O pessoal precisa entender que modernizar um uniforme ou um logotipo não é transforma-lo em uma chamada de trio elétrico!!

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Vencer ou vencer

Jogadoras brasileiras na concentração: três jogos, três vitórias e nenhum gol
sofrido. Dá pra acreditar! (foto: fifa.com)
A Copa do Mundo de Futebol Feminino segue a toda no Canadá.

A primeira fase já deixou oito seleções no meio do caminho. A partir de amanhã, começam as fases eliminatórias. Antes de falar um pouco dos oito jogos das oitavas de final, eis um breve resumo sobre cada um dos grupos:

Grupo A: as donas da casa cumpriram seu papel: terminar em primeiro no grupo. Não brilharam (marcaram apenas dois gols nos três jogos), mas se livram de uma pedreira nas oitavas. Chinesas e holandesas também avançaram. O destaque fica por conta do jogo de abertura, em Edmonton: mais de 53 mil pessoas apoiando as canadenses, recorde absoluto para eventos coletivos no país. E tem quem diga que elas não enchem estádio. Ah tá...

O melhor ataque da Copa. E olha que as alemãs cansaram
de perder gols! (foto: fifa.com)
Grupo B: não teve nem graça. Alemanha e Noruega atropelaram as adversárias e, sendo assim, não havia nada que Costa do Marfim e Tailândia, estreantes, pudessem fazer. As marfinenses ainda sairão da Copa com uma marca negativa: a segunda maior goleada da história das Copas do Mundo. A surra tomada das alemãs, 10 a 0, só não foi maior porque o ataque germânico... meu Deus, saudades da Prinz!!

Grupo C: atuais campeãs mundiais, as japonesas jogaram pro gasto e conseguiram os 100% de aproveitamento. A grata surpresa fica por conta de Camarões, que engrossou contra as asiáticas e venceu a Suíça, que na segunda rodada aplicou um sonoro 10 a 1 diante do Equador. Graças a essa sova, as helvéticas avançaram como uma das melhores terceiras colocadas.

Grupo D: o grupo da morte reservou muita coisa boa. O empate por 0 a 0 entre Estados Unidos e Suécia foi o melhor jogo da Copa até aqui. Aliás, as suecas, treinadas pela excepcional Pia Sundhage, passaram com o pires na mão: três jogos, três empates. Foi a pior terceira colocada a avançar, junto com as americanas e as australianas.

Festa da Coréia do Sul pela vaga nas oitavas e o contraste da
estreante Espanha, eliminada! (foto: fifa.com)
Grupo E: o grupo era fraco? Não. Por ter duas estreantes (que foram eliminadas), deu-se essa impressão. O fato é que o Brasil foi muito bem pelo que se propôs: terminar em primeiro. E como é uma marca do técnico Vadão, a vice-campeã de 2007 não sofreu gols ainda. Talvez por isso, Marta tenha sido apenas discreta nos dois jogos que atuou. A boa notícia: não temos mais uma "Martadependência". Formiga, Cristiane e Andressa Alves chamaram a responsabilidade e, de provável zebra, os outros times já olham com o nariz torcido para as brasileiras. Assim como o Grupo B, apenas duas avançaram.

Grupo F: de longe, o grupo mais interessante. França e Inglaterra pontearam o grupo, mas não foi fácil, principalmente para as francesas, que perderam para as colombianas. Até mesmo o México, lanterna do grupo, vendeu caro suas duas derrotas. As azuis se recuperaram bem na última rodada e dão a impressão de que podem sonhar com algo melhor que a terceira posição de 2011.

Analisados os grupos, hora de tentar prever o que pode acontecer nas oitavas de final, na ordem das datas:

20/06 - Alemanha x Suécia: logo de cara, a repetição da final de 2003. Mas o que está em jogo é muito mais do que a vaga nas quartas de final. Graças ao esdrúxulo critério da UEFA para a escolha das seleções que representam o continente nos Jogos Olímpicos, quem perder praticamente dá adeus a qualquer chance de vir ao Rio de Janeiro em 2016. E a Alemanha já ficou de fora em Londres por causa disso. As comandadas de Pia Sundhage terão que jogar muito mais se quiserem sonhar com a vaga..

Ngono Mani comemora o gol da vitória contra a Suíça e da
classificação camaronesa: boa surpresa!  (foto: fifa.com)
20/06 - China x Camarões: a grata surpresa africana encara uma China que não tem mais graça nenhuma e nem de longe lembra a ótima geração de Sun Wei e companhia. Aqui pode pintar zebra. Zebra... África... combina, né?

21/06 - Brasil x Austrália: não podemos nos iludir achando que estamos jogando um futebol de outro planeta. Mas a eficiência é a marca da equipe brasileira neste campeonato. As Matildas (apelido da seleção australiana) evoluíram demais desde que foram eliminadas, nas quartas, pelo próprio Brasil, em 2007. Portanto, é bom abrir o olho. A vantagem: se não sofrer gols, no mínimo, leva para os pênaltis. Mas quem tem Marta, pode esperar coisa boa!

21/06 - França x Coréia do Sul: a princípio, favas contadas. Sim, eu sei que no futebol o jogo só acaba quando termina, mas é difícil imaginar que as sul-coreanas possam fazer frente a Nacib e companhia.

Schmidt comemora o gol canadense contra a Holanda: as
donas da casa seguem firmes! (foto: fifa.com)
21/06 - Canadá x Suíça: outra que esteve longe de encantar. Mas jogam em casa, estão mais acostumadas à grama artificial e, em um torneio que prima pelos detalhes, pode ser um diferencial. Só que a Suíça está mostrando um ataque muito interessante ao mundo. Equilíbrio!

22/06 - Noruega x Inglaterra: mais um confronto que pode ser dado como definido? Talvez. Afinal, as norueguesas, campeãs mundiais em 1995 e medalha de ouro em 2000, parecem ter voltado ao seu rumo, depois de alguns vexames nos últimos dois Mundiais. As inglesas jogaram o arroz com feijão. Ou, localizando melhor, o "fish and chips". Mas que não deve levar a voos maiores.

22/06 - Estados Unidos x Colômbia: uma bicampeã mundial e quatro vezes medalha de ouro contra uma seleção que passa pela primeira vez da fase de grupos. Apesar de ter motivos para sonhar com a classificação, as sul-americanas terão uma pedreira pela frente. As americanas fazem o futebol de sempre: simples e muito eficiente.

23/06 - Japão x Holanda: a teoria terá que prevalecer sobre a prática se as holandesas querem sonhar com as quartas. O time é muito bom, mas não fez nada até agora nesta Copa. Pela frente, as atuais campeãs mundiais, que mostram a cada dia que o título de 2011 não foi um acidente.

E assim esperaremos a definição das oitavas de final. E que pena que a imprensa não dá o devido valor e reconhecimento a elas.

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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Chance aproveitada

Earl Bamber, Nick Tandy e Nico Hulkenberg, vitoriosos em Le Mans: foi o
presente ideal ao alemão da Fórmula 1! (foto: divulgação)
Demorei pra escrever algo porque a correria do dia a dia me impediu.

Mas, mesmo escrevendo pouco, vou colocar algumas linhas sobre a vitória espetacular da Porsche nas 24 Horas de Le Mans.

O mais incrível disso tudo é que o carro #19, guiado por Nico Hulkenberg, Earl Bamber e Nick Tandy, não é o carro que corre todo o campeonato do WEC, o que só aumenta a importância da conquista em solo francês.

Especialmente para Nico.

Ele se torna o primeiro piloto desde 1991 a vencer a lendária corrida no mesmo ano que corre na Fórmula 1. O alemão da Force India estava bem insatisfeito no início do ano e aceitou de prontidão correr pela montadora de Stuttgart.

Foi um presente e tanto. Aos 28 anos, Hulkenberg é tratado ainda como uma promessa na Fórmula 1, mas nunca teve chance de mostrar seu talento de verdade. O triunfo em Le Mans o colocou de volta às bolsas de apostas. Torcedores ferraristas e a imprensa italiana já "cobram" que a equipe vermelha coloque-o no lugar de Kimi Raikkonen.

É difícil. E acho que o alemão, campeão da GP2 em 2009, rumará de vez para o WEC antes disso. Aliás, querem saber? Fará muito bem. Afinal, sua estreia na categoria de endurance começou muito bem.

Sem ter nenhuma vitória no currículo da Fórmula 1, Nico Hulkenberg já está na história do esporte a motor!!

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Roli Music

Atrasado, mas a música justifica!



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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Bandeirada - Episódio 112

"Alô, petrolheads! Tá todo mundo aí? Ah, moleque"!!

Mais uma montagem parafraseando grandes intérpretes de samba-enredo. Desta vez, é o Douglinhas Aguiar, da Águia de Ouro.

Bom, ao que interessa. E o melhor programa esportivo das webrádios falou tudo sobre as 24 Horas de Le Mans. Mas também teve Indy, MotoGP, WRC, Fórmula Truck e muito mais! Inclusive fizemos um apanhado geral sobre a sensacional TT Ilha de Man!

O "Pilotos da História" falou de Jose Froilan Gonzalez que, entre outras conquistas, foi o responsável pela primeira vitória da Ferrari na Fórmula 1. O "Momentos Clássicos" pegou gancho na brilhante vitória de Niko Hulkenberg no WEC para falar de pilotos que, em atividade na Fórmula 1, venceram a mítica prova de endurance francesa.

Para ouvir? Fácil: PLAY abaixo (logue no 4shared antes) ou download, pelo Mega ou Minhateca!



Ainda duvidam que a prova na ilha é para poucos? Divirtam-se. Ah! Prendam a respiração!!





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sexta-feira, 12 de junho de 2015

A união faz a força

Eis os carros que correrão na edição de 2015!!
Quem me conhece sabe o quanto eu prezo e busco parcerias para alavancar o meio webrádio.

Pode parecer utópico, mas eu penso que se os pouquinhos se unirem em algo maior, a união de cada um resulta em projetos grandiosos.

E quando me refiro a "pouquinho", eu quero dizer de webrádios que, às vezes, tem boas ideias e programas, mas contam com poucos integrantes e, por falta de dinheiro, não podem investir em qualidade de som, por exemplo.

O Bandeirada nasceu disso. E insistirá nisso!

Nesta semana, tivemos mais um capítulo que me deixou orgulhoso - muito em parte por eu ser da webrádio mais premiada em 2014.

Foram cinco programas/podcasts envolvidos no Especial das 24 horas de Le Mans: além do nosso, tivemos o Café com Velocidade, o Podcast F1 Brasil, o Barman da Velocidade e o Loucos pelo Loucos. Todos juntos, falando da prova mais sensacional do esporte a motor.

Bárbara Franzin, Fábio Campos, Thiago Raposo, Vinícius Afonso, Eduardo Casola, Joshué Fusinato, Carlos del Valle e Daniel Gimenes. Eis os responsáveis de mais um momento grandioso para o esporte a motor!

Querem ouvir? Divirtam-se!! E, claro, opinem nos comentários!!!



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Vida renovada

E tudo começou com essa foto, em 25 de julho de 2010!!
As pessoas sempre procuram jeitos criativos e, digamos, alternativos, para expressar uma opinião ou um sentimento.

Em meu Facebook eu já vi compositor premiado fazer versão nacional de música estrangeira para homenagear a noiva, já vi cartunistas usando da arte dos desenhos para opinar sobre política, futebol ou intolerância religiosa... tem piloto de avião que joga pétalas de flores lá do alto... já teve até apresentador de telejornal que "invadiu" o estúdio da emissora concorrente para pedir a noiva em casamento.

Eu faço do jeito que eu sei, ou seja, usando as palavras.

E confesso que sou péssimo para isso. Mas jamais poderia faltar uma postagem exclusiva àquela que me fez renovar todos os meus objetivos de vida. Principalmente os profissionais.

Sim. Tudo que eu conquistei (e ainda conquisto) tem uma grande parcela de responsabilidade dela, por sempre me apoiar, me incentivar, me motivar... enfim, me jogar pra cima quando as coisas parecem impossíveis de acontecer. Jamais imaginei que aquele distante 25 de julho de 2010, data em que ganhei uma promoção da Tri FM (valeu, Alexandre e Carolina) para assistir a Fórmula Truck, em Interlagos, seria o pontapé de uma história que foi começar, de fato, quatro anos depois!!

Acreditem. A gente se viu em Interlagos (nada mais perfeito para um petrolhead como eu) e começamos o namoro somente em fevereiro do ano passado!! Não que esse intervalo se justifique como algo ruim, pelo contrário, mas imagine o resultado da soma "falta de tempo + timidez em excesso". Pois é.

Até que eu resolvi deixar um pouco esta timidez de lado. E desde então posso dizer que minha vida recebeu um upgrade dos mais eficientes.

Adriana, só tenho a agradecer por ter uma mulher como você na minha vida. Você é minha linda, meu amor e sempre será. Te amo!!

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Feiura e mau gosto extremo

E a Aston Martin das sóbrias e belas pinturas virou isso aí!
Amanhã acontece a largada da mais sensacional prova do esporte a motor: as 24 horas de Le Mans, desde 2012, válida pelo Mundial de Endurance.

E esta coisa aí de cima estará nas pistas.

Ah, Aston Martin... pode ser até que essa esquisitice vença na GTE-Pro. Mas que é feio de doer, ninguém nega.

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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Nem Freud explica

É assim que as escolas virão para o Especial de 2016!
Ontem foi definida a ordem dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro para o Carnaval 2016.

Primeiro que sou contra o sistema de sorteio da LIESA. Tinham que fazer algo similar ao que é feito em São Paulo. Poderia ficar assim: a campeã da segundona abrindo o domingo e a 11ª do ano anterior abrindo a segunda-feira.

A campeã escolhe dia e posição. A vice e a terceira colocadas escolhem a posição no dia oposto ao da campeã. Quarta e quinta colocadas escolhem posição no mesmo dia da campeã. A sexta colocada volta ao dia oposto da primeira colocada, também escolhendo posição.

As outras quatro escolas entram no sorteio livre. E, lógico, o que for sorteado é o definitivo, sem essa papagaiada de poder trocar de posição.

Mas é só uma ideia. Voltemos às impressões do sorteio.

A primeira impressão que ficou é a mais óbvia: salvo se a Beija-Flor conseguir mais um desfile épico, mesmo desfilando no domingo (porque o 10 da Salete Lisboa eles já têm), a campeã deve sair da segunda-feira. Afinal, tem Salgueiro com um enredo exuberante e Portela com Paulo Barros.

As outras de segunda buscarão apenas afirmação: a Vila Isabel abre a segunda noite querendo se redimir do vexame dos últimos dois anos, a Imperatriz querendo provar que sertanejo dá samba e a Mangueira encerrando um desfile com outro enredo espetacular. Vai ser bem melhor esperar a última escola passar. Melhor do que a "motivação" da Grande Rio de 2012 ou o "deixa o dia clarear..." da Unidos da Tijuca deste ano.

Aliás, a escola do Borel foi a maior beneficiada do sorteio, graças à permissão para trocar de posição.

Inicialmente, a amarela-azul estava sorteada para ser a segunda de domingo, logo após a Estácio de Sá. Anteciparia o desfile da Beija-Flor, e teria que fazer um desfile épico para, na teoria, fazer o mesmo efeito que a Portela fez em 2012: também sendo a segunda escola de domingo, seu épico samba praticamente "matou" Imperatriz e Mocidade.

Este ano, logo depois da Beija-Flor (terceira de domingo), virão Grande Rio e Mocidade. Ambas também trocaram de posição, com a justificativa da posição de concentração.

Mas a campeã de 1936, 2010, 2012 e 2014 ganhou um presente: conseguiu trocar com a União da Ilha, que fecharia a noite.

Ninguém entendeu o que se passou na cabeça do presidente Ney Filardis. O enredo da escola insulana já não é aquele primor (caso fosse algo igual à Portela de 2012, ainda vá lá, mas...). Corre-se o risco da escola entrar na avenida pegando um público empolgado, caso a Estácio confirme a reedição da Dança da Lua.

Ou seja, a tricolor pode pegar uma encrenca e ter um desfile frio. Ainda mais que o público pode preferir guardar energia para o desfile seguinte, da Beija-Flor (o mesmo problema - além de outros - que a Mocidade enfrentou no trágico desfile de 2009).

Em resumo, a União da Ilha, a princípio, deixa de olhar para cima para se preocupar em não ficar embaixo. Uma pena.

A ordem dos desfiles ficou assim, então (em parênteses, a posição no desfile de 2015):

Domingo, 07/02/2016: Estácio (campeã Série A), União da Ilha (9º), Beija-Flor (1º), Grande Rio (3º), Mocidade (7º) e Unidos da Tijuca (4º).

Segunda, 08/02/2016: Vila Isabel (11º), Salgueiro (2º), São Clemente (8º), Portela (5º), Imperatriz (6º) e Mangueira (10º).

Agora é só esperar.

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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Bandeirada - Episódio 111

Salve a todos os queridos ouvintes da Rádio Show do Esporte e leitores deste humilde blog. Aqui está o episódio 111 do nosso programa, o melhor programa esportivo das webrádios.

Este foi o primeiro programa que foi ao ar no domingo. A partir de agora, esse será o novo horário: domingo, às 21:00. No horário habitual de terça, às 20:00, reprisaremos o programa. Além disso, ele continuará sendo postado aqui e no a.k.a. Ikki!

Ou seja, não tem desculpa para não ouvir a gente.

No programa de ontem eu estive com Erick Von Draxeler, Vinícius Afonso e Sal Chiappetta, falando sobre a vitória de Nelsinho Piquet na Fórmula E, em Moscou. Também debatemos o GP do Texas da IndyCar, o GP do Canadá de Fórmula 1 e o GP de Pocono da Nascar.

Também teve WTCC em Moscou, Blancpain GT em Zolder, Superbikes em Portimao e o acidente bizarro que tivemos na F-4 alemã, em Zeltweg.

O "Pilotos da História" homenageou Luigi Faglioli, que completaria 117 anos amanhã caso estivesse vivo. Luigi foi um exímio piloto nos anos 30 e 40 e é, até hoje, o piloto de maior idade a vencer uma corrida na Fórmula 1 (o GP da França de 1951, em Reims). O "Momentos Clássicos" já começou seu preparativo para as 24 Horas de Le Mans e, além de um prognóstico para a corrida deste fim de semana, relembrou a histórica vitória do BMW McLaren Williams em 1999.

E, claro, não poderia passar em branco a homenagem de todos os integrantes do programa às suas respectivas amadas. Elas pediram as músicas deste programa!

Para ouvir? Logue no 4shared e dê PLAY abaixo. Ou baixe nosso programa, através do Mega ou do Minhateca.



Reiterando, claro, o de sempre: deixem suas críticas e sugestões. Sem elas, o programa não é nada!

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O dono do milênio

Barcelona, campeão europeu pela quinta vez! (foto: divulgação)
Através da história da UEFA Champions League sempre tivemos times dominantes em uma determinada época.

Nos anos 50 e 60 foram Real Madrid e Benfica a serem superiores no continente. Nos anos 70, Ajax e Bayern de Munique eram os protagonistas. Nos anos 90, o Milan surgiu como grande força.

Bom, dá pra dizer tranquilamente que neste novo milênio, o dono da Europa é o Barcelona. Dos cinco títulos, quatro foram conquistados de 2001 pra cá. Mais: todos de forma merecida.

Não podemos afirmar que o jogo contra a Juventus foi fácil. Pelo contrário, longe disso. O time italiano, que buscava seu terceiro caneco (eles foram campeões europeus em 1985 e 1996 e são um dos únicos clubes no mundo a nunca perderem uma final de Mundial), foi muito valente e deixou bem claro que o caminho de austeridade fiscal que o futebol italiano impõe aos clubes é o modelo a ser seguido por todos os países.

Suarez marca o segundo gol: uruguaio chegou e detonou, ao
lado de Messi e Neymar! (foto: divulgação)
Mas os alvinegros de Turim sentiram falta de mais pontaria nos chutes e nos passes - meu Deus, como eles erraram passes...

Enfrentando certas equipes, não dá pra piscar em nenhum momento.

O Barcelona é um deles.

Tudo bem, o primeiro gol, marcado por Rakitic, saiu meio na sorte, após grande jogada de Neymar e Suarez. Depois disso, a Juventus foi pra cima e o Barcelona contra-atacava.

O jogo era lá e cá, como todo torcedor gosta.

Veio o empate no segundo tempo, com Morata, após o goleiro Ter Stegen rebater o chute de Tevez. E aí muitos pensaram: vamos ter prorrogação de novo.

Qual nada; em time que tem Messi o torcedor sempre fica otimista. A arrancada, o chute, o rebote de Buffon... e gol de Suarez. 2 a 1. A Juve veio desesperada para o ataque, mas pecou, de novo, na falta de pontaria dos atacantes.

O golpe final veio dos pés de Neymar, que mais uma vez se mostra altamente decisivo e chamando o jogo pra si. A jogada do gol que sacramentou o quinto título azul-grená deixou claro que "ele só faz gol no Paulista" é pura ilusão. O camisa 11 joga muito, sim, e está confirmando todas as expectativas criadas em cima dele.

Aliás, o trio de atacantes do Barcelona coroou com perfeição a grande temporada. Foram 122 gols que enterraram quaisquer dúvidas sobre a capacidade deles jogarem juntos sem deixar o ego prevalecer.

E como foi legal ver o Xavi, em seu último jogo pela equipe espanhola, levantar a taça. Barça, Barça!

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domingo, 7 de junho de 2015

Feiura e mau gosto extremo

Panfleto publicitário ou camisa de time de futebol?
O Brasiliense sempre quis ser um clube diferente, até cair no ostracismo, nesta década. Subiu de forma meteórica do nada para a Série A em cinco anos. Em 2000, disputava a segundona candanga. Logo em 2002, finalista da Copa do Brasil.

E, claro, com esse uniforme, que é mais uma prova de como os patrocinadores podem acabar com a reputação de uma camisa.

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

The Chaaampions: artilharia contra muralha

Messi, Suarez e Neymar: o melhor ataque da temporada mundial com a
missão de derrubar a muralha italiana! (foto: divulgação)
Pra encerrar nossas análises, o comentário do Cristiano Oliveira, comentarista da Rádio Show do Esporte:
"A final da Champions League 2014/2015 será o confronto do melhor ataque do mundo contra a melhor defesa do mundo. Em números talvez não seja exatamente isso, mas sejamos sinceros: futebol é um esporte somente de números? Óbvio que não e isso é a graça desse esporte. 
Pelo lado do Barcelona o técnico Luis Henrique demorou a fazer o certo (e óbvio) que era montar um time mais “tático” e deixar o trio ofensivo Neymar, Suarez e Messi livres para mudarem de posição. O time catalão já não tem como obsessão a posse de bola como em outros momentos e isso faz um bem danado ao time. 
Já do outro lado, a “velha senhora” Juventus tem uma defesa muito sólida tanto quando joga com linha de quatro defensores (dois laterais e dois zagueiros) quando joga com três zagueiros, no caso o trio BBC (Barzagli, Bonucci e Chiellini). 
A Juve parece melhor que o Barça no sentido de conjunto e até de experiência por contar com Pirlo, Tevez, Buffon e Chiellini que são grandes vencedores em sua carreira. Já no Barcelona existe a experiência do Iniesta e Messi principalmente, porém o conjunto do time italiano parece ser melhor. 
Já o ponto que desequilibra a favor do time espanhol é justamente os foras de série Suarez e Neymar, além obviamente de Messi, um do melhores jogadores de todos os tempos. 
Em resumo: apesar de muitos não acharem isso, eu acredito que será uma final equilibrada".

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The Chaaampions: equilíbrio total

Tevez: temporada que já é excelente pode se tornar inesquecível no
sábado! (foto: Getty Images)
Mais uma análise, desta vez do Yan Correa, da Rádio Show do Esporte:
"Ao contrário do que a massacrante maioria opina, é um jogo extremamente equilibrado. Fazendo a divisão por setor  podemos perceber isso. 
Defensivamente a Juventus é mais consistente. Jogando com três zagueiros ou mesmo com uma linha de quatro. Porém, o poderio ofensivo dos laterais do Barcelona é mais efetivo. No meio campo é o maior equilibrio. Busquets, Rakitic e Iniesta x Pirlo, Pogba, Marchisio e Vidal. Todos com qualidade indiscutível, e com capacidade de fazer a diferença, seja numa bola parada, ou num lançamento para um gol. 
No setor ofensivo, obviamente, o Barcelona leva uma boa vantagem. Messi, Suarez e Neymar estão acima de qualquer ataque no planeta. O jogo pode ser decidido na genialidade de qualquer um dos três, que é o que pode acabar com o jogo no final das contas. 
Apesar dessa superioridade, Tevez e Morata vem fazendo excelente temporada e podem, sim, fazer a diferença. 
Com certeza será um jogo para apreciar sem moderação, que no final premiará a excelente temporada desses dois gigantes europeus".

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The Chaaampions: volta por cima

A chance da Tríplice Coroa para ambos: quem leva?
Agora, a análise do Will FS, de Juíz de Fora:
"A Final da UCL deste ano irá coroar um belo time, que conquistou a Tríplice Coroa, já que tanto Juve como o Barça já ganharam tanto o campeonato nacional como a Copa de seu país, mostrando suas respectivas superioridades em terras locais (no caso da Velha Senhora bem mais acentuado do que dos Blaugranas). 
Mas isso não significa que a temporada de ambos foi uma maravilha, sem sustos... Muito pelo contrário... Em determinado momento da temporada (em épocas diferentes), as duas equipes viveram momentos preocupantes. 
A da Juventus foi no início da temporada, quando a equipe não apresentava um futebol de encher os olhos e não dava pinta de que faria algum barulho fora da Itália. A dependência de Pirlo era notória e com a sua idade chegando parecia fadar a Juve a mais um fracasso europeu, chegando a perder para o Olympiakos e ter sua classificação para a 2ª fase ameaçada. 
Mas aos poucos, Allegri foi colocando a equipe nos eixos e a qualidade de jogadores como Pogba e Tevez foram essenciais para fazer o time sonhar alto. Até mesmo Vidal, que começou a temporada devendo, voltou ao seu normal, que é ser uma força indispensável no meio-campo. A equipe encontrou seu equilíbrio, soube reconhecer seus limites e deu uma aula no Borussia Dortmund na Alemanha e se comportou mto bem em Madrid contra o temível Real, podendo ter até vencido o jogo, não fosse um pênalti Mandrake para os merengues. 
Já o Barcelona começou bem sua temporada, mas uma derrota para o Real Madrid fez o time ver que precisava de mais se quisesse chegar ao topo novamente. A crise na verdade estourou no início deste ano, num jogo contra a Real Sociedad em San Sebastian, onde Messi e Neymar estavam no banco inexplicavelmente, e durante o jogo Neymar brincou com Messi mandando ele aquecer, já que a coisa estava feia e veio a derrota, que acabou desencadeando vários boatos, como os de que Messi e o treinador Luis Enrique não tinham boas relações. 
Depois desse jogo, segundo os próprios jogadores - o técnico nega -, eles se reuniram e chegaram a conclusão de que se continuasse assim não iam ganhar nada, que era pra equipe se unir porque talento tinham, e de fato, depois disso o futebol deles fluiu bem melhor e foram raras derrotas, além dos bailes no Manchester City, Paris Saint-Germain e Bayern de Munique. 
Sábado, uma volta por cima será coroada, e quem sair derrotado também deve se orgulhar, pois conseguiram virar uma temporada que parecia perdida...".
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