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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Somente quatro

Rafael Moura, o "Paulinho de 2015": futebol convincente quando mais
precisa. E o Inter vai em busca do tri! (foto: divulgação)
Chegamos à fase semifinal da Copa Libertadores, que só acontece depois da Copa América. Dos 38 times que começaram a competição, apenas quatro seguem o sonho de ser campeão.

Ou teremos um tricampeão ou um campeão inédito!

Tigres 2 x 0 Emelec (ida: 0 x 1): É impressionante o que esse time mexicano joga. Lembrem-se sempre que o clube não está entre as principais forças do país, até porque os melhores foram para a Concacaf Champions League. E mesmo assim, vem firme e forte, o que faz ter noção de como o futebol sul-americano está uma draga. Rafael Sobis, quem diria, está fazendo a diferença. Pena que eles não têm chance de ir ao Mundial, porque o regulamento não permite. Mas o título é bem possível. E os equatorianos, que sonhavam em igualar a campanha de 1995, vão ter que esperar de novo.

Internacional 2 x 0 Santa Fé (ida: 0 x 1): A diferença no placar e o gol chorado aos 42 minutos do segundo tempo podem sugerir um jogo dificílimo. Mas não foi bem assim. O campeão do mundo de 2006 mandou no jogo e só não marcou mais por nervosismo. Os colombianos até assustaram em alguns ataques, mas nada que trouxesse tanta dramaticidade. Geralmente esses momentos difíceis com a "salvação" no finzinho trazem sorte. Lembram do gol do Paulinho, contra o Vasco? Ou da defesa de pênalti do Victor, em 2013?

Jogadores comemoram o terceiro gol: River Plate passou
sofrido na primeira fase e embalou! (foto: divulgação)
Cruzeiro 0 x 3 River Plate (ida: 1 x 0): Deu tilt!! O bicampeão brasileiro teve uma bela chance no início, desperdiçada pela afobação de William. E foi só! Os gallinas, que passaram de fase somente no apagar das luzes e se classificaram diante do Boca Juniors devido ao episódio do gás de pimenta, atropelaram a Raposa. Um placar mais que justo pelo que apresentaram em campo - e pelo que a torcida apresentou na arquibancada: a do time argentino cantando sem parar e o lado azul em um sepulcral silêncio. Em tempo: como é que um time que tem Manoel e Bruno Rodrigo na zaga consegue ser campeã nacional? Só aqui, mesmo.

Racing 0 x 0 Guarani (ida: 0 x 1): Único time a manter a vantagem conquistada no jogo de ida, o time paraguaio fez mais uma vítima tradicional. Embora o ataque seja uma dureza de ter paciência (Santander perdeu um gol feito no fim do jogo, ontem), a defesa vai muito bem. Não levou gols nesta fase eliminatória. Esse filme já foi visto em 2004, quando o Once Caldas montou um ferrolho quase intransponível e levou a taça. Não dá pra brincar. O Guarani está vivíssimo da silva na disputa pelo caneco.

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