Páginas

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Favorita destacada

O carro do ouro, o melhor da primeira noite: Salgueiro credenciada
a brigar pelo título! (foto: Rodrigo Gorosito / G1)
A primeira noite de desfiles na Marquês de Sapucaí, válida pelo Grupo Especial, foi mediana, num modo geral.

Então vejamos a análise da Rádio Show de Bola. Levando em consideração que o julgamento foi um misto de quem viu pela TV e de quem esteve lá no Sambódromo. Sim, nossa rádio teve repórter in loco.

As notas colocadas aqui são o simples somatório do nosso julgamento em cada um dos quesitos que serão avaliados. Óbvio que não temos nenhuma intenção de manipular ninguém, até porque julgamento é pessoal - no nosso caso, um conjunto de opiniões - e qualquer tentativa de prever o que vai acontecer na quarta-feira é apenas uma tentativa, mesmo com base nas regras, nos sambas, nas visitas aos barracões...

Carro mangueirense que homenageia as mulheres cantoras: o
melhor samba da primeira noite! (foto: Rodrigo Gorosito / G1)
Então, sem mais, divirtam-se. E coloquem suas discordâncias ou concordâncias nos comentários!

Viradouro: prometeu mundos e fundos mas, mesmo bonita, parecia que tava desfilando no Acesso, ainda. Tire-se o fato da chuva ter atrapalhado, o "samba" não funcionou em momento algum, se arrastando melancolicamente do meio pro fim. Evolução foi um desastre e só um milagre salva a escola. Nota: 84,8

Mangueira: o que um samba bom não faz, hein? A escola compensou, mais uma vez, a falta de alegorias e fantasias de um nível aceitável com uma harmonia que, se pecou em vários momentos, em outros cantou a plenos pulmões. Mais problemas com a evolução. Em compensação, que maravilha de bateria!! Nota: 87,3

Mocidade: muitos se decepcionaram com a verde e branco por um único motivo: prometia arrebatar a avenida, mas foi apenas correta. Todo mundo sabe que a escola quer apenas voltar ao Desfile das Campeãs. Sendo assim, fez um desfile sem erros, mas que mesmo assim teve harmonia e evolução perfeitas, além, lógico, da bateria, cadenciada. Não foi luxuosa, mas foi bem criativa. Aliás, pedem tanta criatividade e quando surge Paulo Barros, o criticam. Vai entender... Nota: 88,7

Casal de MS e PB da Mocidade: show de criatividade sobre
o fim do mundo! (foto: Rodrigo Gorosito / G1)
Vila Isabel: apagou o fiasco de 2014, é fato. Mas em nenhum momento lembrou a Vila guerreira, que desfilava com sangue nos olhos. A impressão que deu é que eles só queriam passar pela avenida. O samba se arrastou, o que era esperado, depois da burrada monumental de se enfiar um refrão no meio. Correria no fim e bateria bem mais ou menos. Não corre riscos, mas não deve almejar nada! Nota: 86,6

Salgueiro: foi só a escola entrar mais relaxada para não cometer os esdrúxulos erros que tiraram títulos em, pelo menos, três oportunidades desde o título de 2009. O samba era fraquíssimo, a arquibancada ficou calada, mas funcionou. Mas o que eram as alegorias? Uma mais linda que a outra! A harmonia foi impecável e a evolução só teve um pequeno problema na dispersão. Nada que prejudicasse a escola. Brigará pela taça, sem dúvidas! Nota: 89

Grande Rio: que me perdoem os duquecaxienses, mas a escola deu sono. Samba fraco que não funcionou, evolução confusa, alegorias e fantasias que deixaram a desejar e se desmancharam no meio do caminho. A Invocada não se acertou e não salvou o samba. Se tiver um julgamento correto, pode correr algum risco. Nota: 86,6

E que venha a segunda noite!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Google+ Adicionar ao Tumblr Adicionar ao Linkedin Adicionar ao Blogger Adicionar ao Wordpress Enviar por e-mail Imprimir

Nenhum comentário:

Postar um comentário

OBS: Comentários anônimos serão excluídos. Para inserir o seu nome, basta clicar em "Nome/URL". Não é necessário preencher o campo URL caso não tenha!

No lugar do nome, podem colocar o Twitter, o e-mail ou o site pessoal. Mas não pode ficar anônimo!