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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Como será o amanhã

"O destino é quem dirá... o amanhã como será". Só depende de nós,
brasileiros! (foto: divulgação)
Depois de quase quatro meses, acabaram as eleições.

Não vou entrar na discussão de quem deveria ter vencido. Isso é secundário. Também não farei coro com a mediocridade de qual estado votou em determinado candidato, até porque eram duas metodologias de governo diferentes - e houve equilíbrio em boa parte do país.

Mas... o que será do Brasil nesses próximos anos?

Em primeiro lugar, quero deixar claro que sou totalmente contra essa onda de ódio e violência que tomou conta das pessoas, principalmente nas redes sociais, mas também nas ruas. O Brasil é um só e discutir a divisão do mesmo seria encobrir nossos reais problemas - até sou a favor de votações mais centralizadas, como por exemplo, um sub-presidente regional, para cada uma das cinco regiões, mas isso é só uma ideia.

Aliás, tais problemas (os que realmente importam para a população: saúde, educação, segurança, saneamento, habitação, transporte...) que não foram sequer citados pelos candidatos e, mesmo assim, seus militantes se derretiam em cânticos de apoio, como para um time de futebol. É mais ridículo ainda.

Um lado adora detonar a sujeira do outro, mas quando é para o seu bem, tudo é válido. Isso foi o que mais vimos nessa campanha. O que só corrobora o fato de que nada nos faz ter esperanças, independente do vitorioso, de que viveremos no topo do mundo daqui pra frente.

Bom, eleição passada, o que esperar daqui pra frente?

O essencial é que a população se una. É o mais difícil, porque a maioria esmagadora dos brasileiros é egoísta e só pensa em si, mas é o principal; tem que ser feito. Uma população unida pode lutar pelos mesmos direitos; lutar para que o Governo realize as obras e mudanças que façam, de fato, o Brasil andar para frente em sua totalidade (coisa que nunca fez em sua história), e não apenas a um determinado grupo de pessoas.

Feito isso, que Governo e oposição façam o mesmo. Sim, eu sei, estou apenas sonhando, mas seria muito bom para o Brasil que a oposição pressione por mudanças pró-país; mudanças que beneficiem a todos os brasileiros, e que não barre bons projetos apenas por birra partidária.

Mais uma coisa: cabe à presidente eleita mostrar, na prática, que pode trazer esses eleitores para junto do Governo e, assim, todos lutarem pelo Brasil. Sem preconceito, xenofobia ou desdém - aliás, preconceito babaca esse que temos visto nas redes sociais. Antes de sermos paulistas, gaúchos, cariocas, baianos, cearenses, paraenses, somos brasileiros!

E seria altamente positivo - e, para mim, o essencial para uma nova mentalidade - uma reflexão dos dois partidos. A quase divisão dos votos válidos mostra que, sim, o país está rachado - só não imaginamos uma guerra civil porque somos molengas até para isso.

Só que esta eleição ficou marcada por "vamos escolher o menos pior". Isso é muito desanimador para a população. Que ambos os lados, azuis e vermelhos, aprendam com esta mancha negra (que se resume, neste ano de 2014, à baixaria completa da campanha eleitoral mais vergonhosa da história) e cheguem à conclusão definitiva de que o Brasil só crescerá se todas as classes, raças, gêneros, credos e etnias crescerem junto. Não é colocando para baixo aqueles que tem condições, e sim, os que não têm é que devem ser alçados ao nível mais acima da pirâmide.

E que quanto mais pessoas produzirem a favor do país - ou seja, trabalhando, gerando renda e ganhando dinheiro - é melhor para o próprio Governo.

Será que é tão difícil trabalhar para isso?

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