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sábado, 11 de janeiro de 2014

A Copa do Mundo, segundo...

Taffarel defende o pênalti de Ronald De Boer. E o Brasil foi para a final,
em 1998, para apanhar da França! (foto: Arquivo / O Globo)
Lucas Rafael Martins, narrador esportivo do Site da CBV e da Web Rádio Premium Esportes:
Sempre digo que a Copa do Mundo é a maior festa do futebol. É o único evento esportivo que as pessoas do planeta inteiro, literalmente param o que estão fazendo para acompanhar. E não importa se entendem de futebol, o que a galera realmente quer ver, é a redonda bater no fundo da rede e comemorar.

Eu nasci em setembro de 1990, a Copa daquele ano já havia passado, o Brasil já tinha tomado a água batizada do Maradona e infelizmente caiu nas oitavas de final. Não vivi este momento, mas as obrigações atuais nos faz entrar dentro das histórias dos Mundiais.

Conto que vi apenas quatro Copas do Mundo. A primeira em 1998, a segunda em 2002, a terceira em 2006 e a quarta em 2010. Não menciono a de 1994, porque tinha três anos, e só soube que o Roberto Baggio errou o pênalti e o Galvão gritou ''É Tetra, É Tetra, É Tetra'' alguns anos mais tarde, assistindo compactos do Mundial dos Estados Unidos.

Se me perguntasse, entre todas as Copas que assisti ao vivo, qual a mais marcante, eu te diria que não foi a de 2002, quando o Brasil foi campeão, e muito menos 2006 e 2010.

O Mundial de 1998 foi o que me marcou, talvez por ser o primeiro vivendo essa paixão chamada futebol. Eu com sete anos na época, já tinha o meu time de coração, não era nenhum expert, não tinha uma visão crítica do esporte, mas começava a achar essa parada de Copa do Mundo muito maneiro. Ruas pintadas com a bandeira do Brasil, a galera reunida nas calçadas assistindo os jogos, enfim, uma verdadeira festa em Campinas.

Depois de uma primeira fase tranquila, mesmo contando com uma derrota para a Noruega (por sinal, esses caras sempre embaçaram contra nós) e algumas dificuldades nas fases finais, parecia tão óbvio que a Seleção Brasileira de Ronaldo, Rivaldo, Bebeto, Taffarel, Roberto Carlos, César Sampaio, Dunga, Edmundo e cia, iria detonar a França na decisão, que acabou perdendo.

Mas nem isso tira o brilho da Copa 98, onde eu era só um jovem torcedor que vibrou, se alegrou, ficou triste, que achava o Edmundo um dos melhores jogadores do mundo, e que espremeu laranja junto com a vizinhança da Rua Paulino Santana, quando o Brasil eliminou a Holanda na semifinal.
Em breve, mais textos. Mande o seu também!!

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