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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A Copa do Mundo, segundo...

Zinedine Zidane. O nome da Copa de 2006! (foto: divulgação)
Eu mesmo!

Sim, hoje é a coluna de apresentação para uma nova seção totalmente feita pelos leitores, amigos e profissionais do ramo. Uma seção para relembrar grandes esquadrões, jogadores memoráveis, gratas surpresas e as decepções destes 80 anos de Copa do Mundo.

Em breve, mais textos, aos quais agradecerei desde já a cada um que enviar suas palavras e opiniões para este humilde espaço!

Hoje ficamos conhecendo as 31 seleções que se juntarão ao Brasil em 2014.
Contando a Bósnia, estreante, são 81 países, contando as seleções extintas. Momentos gloriosos são muitos. Claro que muitos vão lembrar de Pelé, Maradona, Garrincha, seleção de 70, Laranja Mecânica... então por que não citar aqui outra seleção que detonou em Copas do Mundo?
Poucos se lembram, mas a Polônia já foi terceira colocada duas vezes, em 1974 e 1982. O primeiro bronze foi notável, já que a seleção de Lato e companhia tirou a Itália na primeira fase e só perdeu a vaga na final diante da Alemanha, de Maier e Beckenbauer.
Como prêmio, uma vitória sobre o Brasil, na decisão do terceiro lugar.
Considerando que a fase dos alvirrubros é péssima, dá pra entender a importância deste time para a história do futebol.
Mas não são só as seleções que se destacam no mundo das Copas. Quem ousa ignorar a história de jogadores? Em particular, Zinedine Zidane. Na minha modesta opinião, o terceiro maior da história, atrás apenas de Pelé e Maradona.
Em 1998 foi brilhante. Mas em 2006, o argelino de origem foi monstruoso. Muitos já levantaram a taça sendo destaques absolutos de seus times: Garrincha em 1962, Maradona em 1986 e Romário em 1994 são alguns exemplos. Mas eram times bons ou razoáveis. A França de 2006 era uma porcaria. E Zidane, quase sozinho, evitou a segunda eliminação seguida na primeira fase e foi altamente decisivo nos duelos de mata-mata, contra Espanha, Brasil e Portugal. Só não fez chover na final porque Materazzi não deixou.
Foi uma das maiores injustiças, a meu ver, das Copas do Mundo. Até porque a Itália não merecia aquele caneco. O pênalti escandaloso contra a Austrália justifica.
Como diria Muricy Ramalho, "a bola pune". E puniu mesmo! Em 2010, uma das maiores vergonhas, uma decepção completa. A eliminação na primeira fase em um grupo altamente "qualificável". A Itália conseguiu a proeza de ficar atrás de Eslováquia, Paraguai e Nova Zelândia, no grupo F. O vexame aumenta se pensarmos que essas três seleções não estarão no Brasil. Triste.
Mais histórias serão lembradas aqui no blog. E para 2014, muita coisa promete ser digna de entrar na história. Afinal, em 80 anos de competição, surpresas, decepções e grandes nomes não faltam!
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