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sábado, 25 de agosto de 2012

E agora, Botafogo?

"Onde eu vim parar"? (foto: uol.com.br)
A aventura do Botafogo na Copa Sul-Americana teve fim nesta última quarta-feira.

Enfrentando um Palmeiras com 12 desfalques e apenas três jogadores no banco de reservas, a equipe do Rio de Janeiro ficou no 3 x 1 dentro do Engenhão. Como a equipe havia perdido por 2 a 0 em Barueri, acabou eliminada pelos gols marcados como visitante.

"Rodrigo, corrige lá em cima; não seriam sete reservas"? Não. O Palmeiras levou apenas três jogadores, e mais dois goleiros, pois era o que tinha à disposição. A equipe estava desfalcada, sim, de 12 atletas.

E nem assim o Botafogo se classificou.

Fico me perguntando o que se passa na cabeça de torcedores, técnico, diretoria e jogadores. E aí é o ponto que quero chegar.

O Botafogo fez um carnaval desgraçado para trazer Clarence Seedorf para jogar no Brasil (e realizar o sonho da sua esposa), prometeu mundos e fundos... mas o time continua uma porcaria. Jefferson, sozinho, não consegue salvar o que a zaga atrapalha. Rafael Marques ainda não justificou sua contratação. Renato atravessa uma péssima fase. Andrezinho e Elkesson andam mais sonolentos do que missa das nove em manhã de Carnaval.

Ou seja, o holandês, várias vezes campeão europeu e mundial, craque em clubes como Ajax, Real Madrid e Milan, fica perdido em campo. Daí para o desânimo é um pulo. O mesmo já afirmou que o time precisa melhorar.

Não bastasse isso, Oswaldo de Oliveira ainda comete a atrocidade de preterir Loco Abreu (que foi parar no Figueirense). Ou seja, aquele que podia ser o mais beneficiado pela presença de Seedorf acabou ignorado pela comissão técnica.

Tenho quase certeza de que, com ele em campo, o Botafogo sairia do Engenhão classificado.

Agora, não há como não criticar a torcida, que se diz tão apaixonada e não passa de 10 mil pessoas nos jogos. Como li em outra coluna que não me recordo a autoria, "a torcida não precisa lotar o estádio, mas não pode parecer que quem está jogando é o São Caetano".

A começar pela presença e apoio real dos torcedores, o Botafogo precisa de um choque de realidade. Precisa ter em mente, desde o presidente até o centroavante reserva, que com um craque de nível mundial, o objetivo deve ser sempre casa cheia e time se esgoelando em campo.

Senão, vai sobrar reclamações da sua estrela maior!

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