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terça-feira, 1 de maio de 2012

Maioridade da saudade

Não vou postar muito. Todo mundo escreveu sobre os 18 anos sem Ayrton Senna. Dezoito anos daquele terrível fim de semana em Ímola, com a morte do brasileiro na corrida e do austríaco Roland Ratzemberger nos treinos.

A única coisa que ainda dá para dizer é como datas marcantes mantém-se na nossa memória com detalhes que, em datas comuns, somem de nossa memória. E que, provavelmente, nenhum outro piloto brasuca irá herdar esse posto de, acima de tudo, vencedor.

Como foi bom te-lo como ídolo: um vencedor dentro e fora das pistas. Um piloto que nunca se deixou levar pelas regras e que sempre buscou o limite (ou mesmo além dele). Imaginem se ele faria, por exemplo, o que fez o Felipe Massa na Alemanha, em 2010? Nunca!!

E como foi bom ter nele um exemplo para nós, brasileiros, para que lutemos sempre e não nos conformemos com as "ordens" dadas a nós. Pena que essa parte ninguém aprendeu!

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